Dica: Instalação do skype no OpenSuse e outros linuxes, modo simples


open-suse-logo

Dica rápida e que pode ser facilmente adaptada para outras distrôs. No caso eu tenho o OpenSuse 13.1 instalado e quero instalar o Skype para Linux então mãos a obra.

A primeira coisa a ser faita é fazer o download do Skype para Linux aqui. No meu caso baixei o skype-4.2.0.13-suse.i586.rpm, feito isso o próximo passo é resolver as dependências.

O modo difícil, mas nem tanto assim, é digitar o comando abaixo e verificar quais são as bibliotecas das quais o Skype precisa para funcionar, o que vai variar dependendo de como esta a sua instalação do OpenSuse, e instalá-las uma a uma ou todas de uma vez, mas vai depender de você instalá-las o que pode ser meio chato para iniciantes em linha de comando e depois de satisfeitas todas as dependências rodar o comando novamente instalando assim o Skype.

OBS.: Não mostrarei como instalar as dependências manualmente.

# > rpm -ivh skype-4.2.0.13-suse.i586.rpm

Porém eu disse que usaríamos o modo simples então let’s do it. No modo simples só precisamos de um único comando e o sistema gerenciador de pacotes faz o resto para você, zypper. O zypper vai se encarregar de detectar as bibliotecas faltantes e instalá-las para você além de ao final deste processo instalar o aplicativo em si. Normalmente se um aplicativo está no repositório não é preciso baixá-lo para instalação, mas no caso do Skype se faz necessário. Com o arquivo do para a sua versão baixado digite:

# > zypper in skype-4.2.0.13-suse.i586.rpm

Responda sim (s) para as perguntas e espere o zypper terminar a instalação. Uma vez terminada a instalação já será possível encontrar o Skype dentre os aplicativos do sistema, daí é só usar.

Outra forma que pode ser considerada fácil também é, que depois de baixar o arquivo do skype para o seu computador, basta dar dois cliques nele que o OpenSuse pergunta se o usuário quer abrir o programa com o sistema gerenciador de pacotes yast, que seria como se fosse a versão gráfica do zypper, em caso positivo será perguntado a senha do super usuário (root), de resto funciona da mesma forma, o Yast vai procurar as dependências e instalar o programa em seguida. Um pequeno adendo: nos comandos acima onde está escrito “# >” significa que o comando deve ser digitado como root.

Como havia dito esse processo pode ser adaptado para outras distros (Fedora, Ubuntu, etc).

No caso do Fedora use na linha de comando o YUM desta forma.

# > yum install skype-<para o fedora>

No Ubuntu use o apt-get assim:

# > apt-get install skype-<para o Ubuntu>

Espero que esta dica seja útil, até a próxima.

Anúncios

Instalar o Libre Office 3.3 Final no OpenSuse 11.3.


Saiu finalmente a versão final do Libre Office, depois de algumas desavenças saiu, e as poucas linhas mal traçadas que vos redigirei a seguir explicara como instalá-lo no seu no meu no nosso OpenSuse. Com algumas adaptações dá também para instalar nas outras distribuições que usam os pacotes RPM’s (mandriva. red hat e etc).

Mãos a obra:

Primeiro passo, baixar o Libre Office 3.3 que no Brasil também adotou o nome de BrOffice.

Download LibreOffice 3.3

Download Pacote de tradução para o português br

Aqui cabe uma explicação, você pode instalar o LibreOffice 3.3 sem precisar desinstalar o OpenOffice que vem instalado por padrão ou seja, dá para ter os dois ao mesmo tempo no mesmo computador.

Mas vamos instalar do jeito certo, que é desinstalando o Openoffice que vem instalado no OpenSuse, como root (e como a Raquel hehe) digite em um terminal o seguinte comando ou vá pelo yast e selecione o programa que quer desinstalar:

#zypper rm OpenOffice_org – Confirme que quer realmente desinstalá-lo e espere terminar o processo.

Para descompactar o LibreOffice digite o comando abaixo ou clique com o botão direito no  arquivo e depois em “extrair aqui”

# tar -vzxf  LibO_3.3.0_Linux_x86_install-rpm_en-US.tar.gz

Faça o mesmo com o outro arquivo.

Entre na pasta RPMS que esta localizada na pasta LibO_3.3.0rc4_Linux_x86_install-rpm_en-US.

# cd LibO_3.3.0rc4_Linux_x86_install-rpm_en-US/RPMS

e digite:

# rpm -Uvh *.rpm

Isso instala todos  os arquivos rpm da pasta. Quando terminar entre na pasta desktop-integration e instale o libreoffice3.3-suse-menus-3.3-6.noarch para criar os ícones no menu.

# rpm -Uvh libreoffice3.3-suse-menus-3.3-6.noarch

Por último vamos instalar o arquivo que deixa o Libre em Português brasileiro, para isso entre na outra pasta chamada LibO_3.3.0rc4_Linux_x86_langpack-rpm_pt-BR e dentro da pasta RPMS (note que não é a mesma RPMS de antes) digite:

# rpm -Uvh *.rpm

Pronto agora você já pode usar o seu LibreOffice, que na versão brasileira se chama BrOffice.
Este artigo pertence ao “OSeoMessias”. Alguns direitos reservados.

Instalando o Clonezilla em um Pendrive. Tutorial.


clonezilla3Como vocês (vocês dois) que acompanham o Blog podem já deve ter percebido eu tenho uma queda por instalar as coisas em pendrives, uma por serem mais práticos em carregar do que CD/DVD’s e outra é porque quando uma distribuição Linux é instalada no Pendrive fica com uma velocidade de uso muito parecida com uma instalação no HD melhorando a experiência de testar ou mesmo de usar tal distribuição e o que é melhor se estragar ou enjoar pode-se instalar outra vez ou mesmo instalar outra para novos testes.

Vamos lá.

Antes de tudo esse procedimento deve ser feito no Windows (quem disse que o Windows não serve pra nada).

Tenha a mão aquele pendrive velho de guerra (eu ainda estou usando o mesmo em todos o tutoriais).

Faça o Download do: Official Clonezilla Live Zip file for USB

Descompacte o conteúdo do arquivo baixado para o Pendrive.

Entre na pasta utils\win32 e dê dois clique no  makeboot.bat.

Espere o termino do processo e reinicie o computador pela USB.

Caracteristicas:

Pendrive mínimo 128 MB.

Não usa modo persistente, não dá para instalar nada, então não tem.

Site oficial: http://clonezilla.org



[Texto tirado e traduzido do PendriveLinux ]

AptonCd, instale programas offline no Ubuntu. Várias Screeshots. Parte Final.


 

Edit1: Para instalar o AptonCd basta usar o comando $sudo apt-get install aptoncd e esperar o término do processo.

Agora que baixamos o Ubuntu 9.10,  instalamos em um pendrive e instalamos todos os programas que queríamos via “apt-get” vamos ao que interessa, colocar esses programas no Ubuntu que esta instalado em casa (no seu computador) e por causa da falta de internet você ficou sem poder ver os seus vídeos e ouvir as suas MP3’s favoritas.

Mãos a Obra. Leia mais deste post

Criando senhas fortes.


senhasA sua senha é segura? É uma pergunta que devemos nos fazer. Saiba que como você (ainda não, mas pretendo) milhares de pessoas no mundo tiveram a grande ideia de colocar 123456. Mas o que é feito justamente para facilitar a vida (memorização fácil) facilita também a vida de alguém mal intencionado. Para descobrir este tipo de senha basta uma olhada rápida para o teclado enquanto a mesma é digitada, porque resta ao meliante apenas ver que é uma sequencia de caracteres.

A regra geral para a senha forte é: Quanto mais sem lógica melhor. A lógica da senha deve fazer sentido apenas ao dono da senha. password, senha, data do aniversário nem pensar. A insegurança das datas como senhas vai depender de quanto a pessoa, má intencionada, conhece a vítima. Um agravante para senhas fracas é o fato do toupeira sujeito usar as mesmas em mais de um lugar, (email, computador pessoal, conta do banco etc) fazendo isso você estará facilitando e muito a evasão de divisas da sua conta bancária.

Uma regra que eu uso bastante para senhas fortes, porque não existe senha inquebrável epenas senhas difíceis de se advinhar, é: Mesclar números com Letras maiúsculas e minúsculas, EX:

Veja a palavra SENHA esta é uma das palavras mais usadas como “senha” Agora usando a minha técnica (super secreta é claro) ficaria assim 53Nh4, Entederam? As vogais e algumas consoantes podem ser trocadas por números que façam sentido para você. Olhem a tabela que eu uso.

1 = I,  2 = Z, 3 = E, 4 = A, 5 = S, 6 = G, 7 = T (ou outra que você quiser) 8 = (não uso, fica a critério) 9 = (idem) e 0 = O (zero = a letra O).

Variar entre maiúsculas e minúsculas vai depender de quem esta fazendo a senha.

Veja uma lista com as 10 mais usadas

Lista completa das senhas Hackeadas aqui provavelmente ele usou algum programa para quebrar senhas e algumas wordlists (que nada mais são  listas das palavras mais usadas, sequencias numéricas e etc). Claro que esse programas tentam as palavras mais usadas primeiro depois vão para combinações mais complicadas. Uma quebra de senha pode demorar de alguns segundos a uma eternidade, dependendo é claro de quão forte é a senha.

**Uma dica importante é usar caracteres gráficos (use com moderação pois em alguns ambientes não são permitidos) tais como ? ! @ # $ em ambientes que os mesmos são aceitos dificulta e muito a quebra da senha.

Fonte [ http://blog.jimmyr.com/ ]

Rank % Repetições Senha
1 1.02 417 123456
2 0.61 250 jesus
3 0.41 168 password
4 0.29 118 love
5 0.2 83 12345678
6 0.2 83 christ
7 0.17 68 jesus1
8 0.16 65 princess
9 0.16 64 blessed
10 0.15 63 sunshine

Chromium projetc, um Google Chrome de código aberto.


Chromium is an open source browser project. Google Chrome is a browser from Google, based on the Chromium project.

18-chromium

Já faz algum tempo que o Google Chrome, navegador Web da gigante das pesquisas online – mestre do universo blá blá blá – Google, saiu e eu ainda não testei, até agora.. Porém agora me deu aquela vontade de testar, e como eu uso o Linux Fedora 11, fui no site de download para baixar a versão para o meu sistema, ledo enngano, tive a desagradável surpresa de não encontrar uma versão de download para o Fedora ou Linux em geral.

Pesquisando um pouco na internet descobri que existe uma versão do Chrome para o Linux chamada Chromium, é uma versão open source e que para instala-lo basta seguir o mini tutorial neste texto..

Adiantando o assunto, eu instalei e fiquei impressionado com a velocidade de abertura das páginas, não é tão configurável ou tem plugins como o Firefox ou o Opera (não considero o IE um bom navegador navegador) mas se você quer um navegador com layout limpo, que navegue por abas e que seja de código aberto, sim ele é de código aberto, então o chromium é para você.

Mãos na massa:

Logue-se como root em um terminal e digite: Lembrando que o procedimento aqui descrito é para o Fedora 11.

#vi /etc/yum.reopos.d/chromium.repo

Com o arquivo digite o seguinte: Pode copiar e colar que dará certo.
Cuidado para não mudar nada (uma virgula fora do lugar fará o arquivo não funcionar).

[chromium]
name=Chromium Test Packages
baseurl=http://spot.fedorapeople.org/chromium/F$releasever/
enabled=1
gpgcheck=0

Saia salvando: Tá bom eu explico.
Logo após ter terminado de editar o arquivo aperte a tecla ESC e depois wq! Isso fará que você saia do arquivo salvando-o.
Agora basta instala-lo via yum,

#yum -y install chromium

espere o processo terminar e pronto, comece a navegar no navegado da Google.
Uma dica:Na primeira vez que for usar o navegador ele se oferecerá para importar suas coisas do firefox, responda não e seja feliz.
Para ver outras formas de instalação do Chromium (Google Chrome) no Linux acesse:

Fonte do post: DanielBruno

Instalação para Ubuntu e Debian -> Aqui

Instalação para o Windows -> aqui